30 de março de 2015

#Nostalgia: Game de PC



Estou em semana de provas e trabalhos, por isso não tive tempo de fazer nenhum texto super elaborado (mas estou com vários em andamento), então decidi falar sobre algo que eu amo, um assunto leve, só pra descontrair e tirar a poeira do blog, afinal, não estou treinando nada se não escrever.

Quando finalmente dou uma pausa, uma das coisas que eu mais gosto de fazer, como já devo ter falado em algum lugar, é jogar video game. Esses dias, especialmente, pela mudança de ares, estou me sentindo bem nostálgica, então, em vez de me deliciar com os mais novos lançamentos para o Xbox, decidi desenterrar alguns CDs e jogar no PC mesmo. Não fazia isso desde que tinha uns 12, 13 anos, acho, e NOSSA, como fez falta!



Eu tenho uma boa quantidade de jogos para Xbox, mas para PC tenho pouquíssimos, que guardo com amor e carinho como filhos até hoje, mesmo que eu não os jogue. Mais especificamente, tenho 5 jogos de PC: 3 de Harry Potter (os 3 primeiros), 1 da Nova Onda do Imperador e 1 do McDonalds que deram uma vez no McLanche feliz (é muito bom!), cinco sobreviventes das mudanças e da falta de organização. Foi meio difícil encontrá-los, mas deu tudo certo. No fundo do meu armário, em um daqueles porta-cds de pano, já um pouco envelhecidos, arranhados pelo tempo e falta de cuidado das minhas mãos infantis, meus bebês estavam só aguardando minha chegada para tirá-los do ócio e fazer bom proveito de toda a diversão que eles sempre foram capazes de me proporcionar. 

Prefiro sempre começar pelo começo, e assim o fiz: peguei o CD de Harry Potter e a Pedra Filosofal, muito ansiosa, com medo de não funcionar mais, de não ser compatível com a versão do Windows que tinha no computador… Mas deu tudo certo!

Nossa, acostumada a jogar essas coisas mais novas, realistas, especialmente Far Cry 4 nas últimas semanas, não estava preparada para a estrutura gráfica que encontraria. Algumas coisas são tão "ruins" que chegam a ser engraçadas. Contudo, considerando a época, acho que o jogo está ótimo, é só a comparação com o que temos hoje que causa um pouco de surpresa nos primeiros momentos. Os controles são ótimos, a jogabilidade é bem razoável, chega a ser mais coeso do que alguns jogos atuais que conheço, um ponto muito positivo do jogo. Além disso, as missões e a coerência com a história do livro em si (achei ótimo não se deter só aos filmes, como aconteceu com o jogo do Enigma do Príncipe) são impressionantes! Muito dinâmico, na medida do possível, e divertido.

A trilha sonora, inclusive, é maravilhosa! Eu ouço para estudar e sou apaixonada pelas músicas (só ouço músicas instrumentais, no geral, e é muito legal sair um pouco do clássico e ir para esse tipo de música de orquestra tão especial), enquanto estudo me sinto no jogo, tira um pouco da monotonia e me deixa mais alegre.

Trailer:

A qualidade do vídeo não está das melhores, mas é muito difícil encontrar um trailer bom de um jogo tão antigo. Nem sei se nessa época tinha isso de fazer trailer para o jogo, acredito que não.

Gameplay:

Minha intenção era fazer uma gameplay do jogo, mas não sei editar vídeos e sou péssima com coisas de computador. Sei que falar sobre jogos sem poder proporcionar a experiência de imersão nessa realidade não é tão legal quanto poderia ser, por isso, eu fui procurar alguém que tenha se interessado em fazer essa gameplay e sim, existe alguém. Como eu ainda não joguei tudo, vou postar apenas o primeiro vídeo aqui, referente à parte que eu já completei (estou um pouquinho mais à frente, mas esse vídeo já é suficiente para transmitir a experiência).

Fazer gameplays é um dos meus sonhos triviais. Esse ano estão surgindo muitas oportunidades para mim, talvez eu aprenda algumas coisinhas na universidade e finalmente consiga ajuda para realizá-lo. Enquanto isso não acontece, me deterei a escrever.

Sobre essa primeira parte:

A primeira coisa que chama nossa atenção (pelo menos foi o que chamou a minha), é o modo como a história é apresentada, em pequenos quadros, com legenda e um narrador. Atualmente os produtores tratam de reproduzi-las no jogo com os próprios personagens ou com animações que pausam tudo e se desenrolam, algo muito mais interativo do que sentar e ler a historinha. Acostumada com essa nova maneira de acompanhar as cenas do jogo, confesso que achei super entediante ter que ficar olhando pra uma imagem por um tempão (no mundo dos videogames interativos aqueles poucos segundos são eternos) enquanto ouvia um narrador ler o que estava nas legendas.

Felizmente, depois que Harry chega em Hogwarts, as cenas se desenrolarão do jeito "normal". A primeira é uma dele com Dumbledore. Tirei uma foto do visual do bruxo ancião e mandei para um amigo, ele achou que aqueles óculos eram uma montagem. Esses gráficos tão fraquinhos em comparação às imagens realistas de hoje não me causaram incômodo, só chegaram a ser um tanto cômicos, como nessa parte do Dumbledore. Todas as personagens, na verdade, deixam um pouco a desejar, mas novamente não posso reclamar, era a época.

Passadas as partes de introdução, quando você tem que acompanhar Fred e Jorge e aprender como pular, coletar feijões e cartas, começa a ação, e o primeiro desafio, na minha opinião, não deixou a desejar! O cenário é muito bem feito, lindo, e é muito divertido realizar o objetivo. Quando cheguei na última parte, com os gnomos, perdi quase todos os meus feijões, pois sou péssima com o mouse. Nossa, gritei muito, xinguei-os, lancei feitiços a torto e a direito e por fim deu tudo certo, completei o desafio.

Calma, tem mais:

Acho que a experiência desse tipo de jogo é mais divertida quando se tem sozinho, ou com uma gameplay mais comentada do que essa acima. Com certeza (bem humilde) a minha seria muito mais legal, se eu soubesse fazer direitinho.

Termino esse textinho de descontração com a promessa de ainda fazer uma gameplay, nem que seja bem amadora e ruim, e trazer para cá. Tenho esperanças de que dê certo e possa se tornar algo usual, contudo, não gosto de criar expectativas altas antes de ter certeza das possibilidades e planos de ação. Com certeza vou escrever mais sobre esse tema, pois é uma das minhas paixões, faz parte do meu cotidiano e não adianta querer me desvincular disso no blog quando seu objetivo é justamente escrever sobre mim e sobre o que eu gosto. O próximo texto deve ser um pouco mais "sério", mas o importante é escrever.

Bom jogo.

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