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3 de maio de 2016

Os setes saberes necessários à educação do futuro

(Imagem editada por: Revista Fator Brasil)

Eu terminei a série de textos revoltosos sobre a educação com perguntas demais. Não pretendo respondê-las ainda, pois não sinto que construí essa competência o suficiente para fazê-lo. Fiz muitos progressos intelectuais relativos ao assunto entre o período de escrita e de conclusão do texto, mas esses progressos ainda estão em construção e para mim não faz sentido compartilhá-los sem que antes estejam completos. Sendo assim, decidi complementar essa série com um livro que me ajudou muito nessa nova caminhada à procura de respostas, que têm servido como guia na minha busca de novos aprendizados e que eu espero poder ajudar também aqueles que se interessaram ou se identificaram com os assuntos abordados na série.

14 de março de 2016

O pesadelo do homem moderno

Não é novidade que autores clássicos são atemporais. Nessa análise, vou falar sobre o conto O sonho de um homem ridículo, de Fiódor Dostoiévski, destacando determinados pontos para fazer comparações com os dias de hoje, levantando algumas reflexões e comentando as críticas feitas pelo autor em seu conto. 
(Imagem: Aleksandr Petrov)
Não é novidade que autores clássicos são atemporais. Nessa análise, vou falar sobre o conto O sonho de um homem ridículo, de Fiódor Dostoiévski, destacando determinados pontos para fazer comparações com os dias de hoje, levantando algumas reflexões e comentando as críticas feitas pelo autor em seu conto. Como sempre, o autor faz um ótimo trabalho ao penetrar as entranhas do ser humano e escancarar seu íntimo com uma narrativa avassaladora e reflexiva. Considerando, principalmente, as condições em que esse livro – e a maioria dos livros de Dostoiévski – foi escrito, ou seja, com grande pressão para receber dinheiro, pois essa era a única fonte de sua família, nessa época já muito pobre e devastada, é possível inferir que as críticas ao sistema capitalista e a necessidade de salvação através de Deus refletem apenas o que se passava no interior do próprio autor – o que não faz com que deixem de ser geniais.

21 de julho de 2015

Pequenas razões para ser feliz



Há uns dias ganhei um livro da minha tão querida coleção Saraiva de Bolso. O livro se chama A Conquista da Felicidade e é do renomado autor Bertrand Russell. A priori o título lembra um livro de auto ajuda, mas garanto que não, é apenas uma análise dos dois estados emocionais mais extremos do ser humano: tristeza e felicidade. E claro, também uma análise de como conquistar essa tão almejada felicidade.

O livro é dividido em duas partes. Na primeira, fala-se sobre a tristeza. O que deixa o homem triste, por quê. Em 9 capítulos, Russell explana as principais causas da infelicidade do homem moderno, desconstruindo algumas crenças, mostrando algumas verdades e, principalmente, nos fazendo pensar.

“Por que é mais efetiva a propaganda que incita ao ódio do que aquela que promove os sentimentos amistosos? Evidentemente, a razão é que o coração humano, tal como moldou a civilização moderna, está mais inclinado ao ódio do que à amizade”.
 
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