Só precisei de uma aula mesmo para perceber o quão diferente a universidade é da escola. Em todos os aspectos. Enquanto cada professor apresentou o programa de sua disciplina nesses últimos dois dias, cada um também apresentou um sistema diferente de aplicação de avaliações. E é aí que está a maior diferença, na minha opinião, entre a universidade e a escola.
Alguns professores vão pedir artigos (s2) como "substitutos" de uma prova propriamente dita, outros vão oferecer uma gama de questões dentre as quais poderemos escolher o que queremos responder (há um mínimo, claro), também acontecerão provas de verdade, sem consulta ou com consulta, mas com certeza muito mais subjetivas do que as da escola (principalmente considerando o curso que eu faço).
Mas vamos a um pequeno resumo de tudo o que aconteceu:
Antes das aulas começarem, graças aos meus veteranos maravilhosos e um pouco carentes, a maioria da turma já se conhecia e conversava online, então o nervosismo do primeiro dia foi bastante amenizado. Todos, ao meu ver, são jornalistas natos, percebe-ser por suas personalidades, e acredito que nos daremos muito bem dado a tantas características comuns. Então eu já conhecia o pessoal, mas mesmo assim, ainda não conhecia a universidade, não sabia como chegar na sala, não conhecia os professores e nem o métodos de ensino daquela instituição.
Não posso dizer que adquiri muitos conhecimentos geográficos nesses curtos períodos em que estive lá, mas já sei onde é o banheiro normal (tem um unissex no meu setor, que não pretendo frequentar), como chegar até a biblioteca, onde comprar açaí e também onde comprar bijouteria. Por enquanto está suficiente.
E começam as primeiras aulas, típicas, os professores perguntam nossos nomes, idades e a razão de termos escolhido o curso, depois falam sobre si mesmos e sobre a disciplina. Cada professor, claro, é diferente, e acho que peguei tipos bem variados dessa espécie. Vejamos, tenho um super algre (mas que suspeito ser do mal nas avaliações), uma senhora super estilosa que pinta o cabelo de ruivo e assiste Netflix, um cara meio sem jeito que tenta ser engraçado, mas muitas vezes sem sucesso, um francês nato e um ruivo muito receptivo.
De todos eles, o mais "útil" foi o professor Senhor Barba Ruiva, pois ele explicou tudo o que eu precisava saber sobre como usar o Sigaa, sobre bolsas de pesquisa e extensão, sobre o índice de rendimento do aluno, sobre perfomance acadêmica, enfim, tirou todas as dúvidas típicas de calouro e por isso eu sou muito grata! c:
Não posso dizer que adquiri muitos conhecimentos geográficos nesses curtos períodos em que estive lá, mas já sei onde é o banheiro normal (tem um unissex no meu setor, que não pretendo frequentar), como chegar até a biblioteca, onde comprar açaí e também onde comprar bijouteria. Por enquanto está suficiente.E começam as primeiras aulas, típicas, os professores perguntam nossos nomes, idades e a razão de termos escolhido o curso, depois falam sobre si mesmos e sobre a disciplina. Cada professor, claro, é diferente, e acho que peguei tipos bem variados dessa espécie. Vejamos, tenho um super algre (mas que suspeito ser do mal nas avaliações), uma senhora super estilosa que pinta o cabelo de ruivo e assiste Netflix, um cara meio sem jeito que tenta ser engraçado, mas muitas vezes sem sucesso, um francês nato e um ruivo muito receptivo.
De todos eles, o mais "útil" foi o professor Senhor Barba Ruiva, pois ele explicou tudo o que eu precisava saber sobre como usar o Sigaa, sobre bolsas de pesquisa e extensão, sobre o índice de rendimento do aluno, sobre perfomance acadêmica, enfim, tirou todas as dúvidas típicas de calouro e por isso eu sou muito grata! c:
Agora, com a mente mais clara e com base em tudo o que foi dito pelos professores, principalmente pelo Sr. Barba Ruiva, sei que vou enfrentar um desafio bem diferente do que imaginei. A universidade com certeza é mais difícil do que a escola, mas acho que as regras são as mesmas: com esforço, dá certo. Pelo que entendi, é "só" ler os textos que eles passarem, fazer as atividades e participar das aulas que vai ficar tudo bem, mas ainda assim acredito que tem alguma pegadinha que não estão me contando.
Minhas aventuras pela UF
Mas é claro que sendo atrapalhada e tosca como sou já devia ter feito alguma besteira por aqui. Bom, nem tantas, orgulho-me de dizer, e ainda me aventurei um pouco por aí e descobri algumas coisas sobre esse mundo novo no qual me vejo agora.
O primeiro lugar que visitei foi a biblioteca, lá quase paguei meu primeiro mico: quando entreguei minha bolsa para o cara guardar, ele me devolveu uma bolsinha com um número, mas eu achava que além disso ele me daria uma fichinha ou algo do tipo, senti-me tentada a perguntar "Moço, cadê minha ficha?". Nesses momentos eu agradeço por ser tímida e contar com que ele se lembre antes de eu ter que falar. Ou seja, não disse nada, mas ainda fiquei parada um bom tempo encarando ele e esperando ele entregar a ficha.
Na biblioteca (linda, gigante, perfeita e maravilhosa), já fiquei perdida procurando uma tomada, já passei vergonha pelo meu celular ter tocado em plena sala de estudos, já passei calor porque não sabia ir para a parte de ar-condicionado/tive vergonha de ir (sou dessas) e também já desisti de procurar um livro porque não sabia achar sozinha e fiquei com vergonha de pedir ajuda (parece que te alguém que te diz onde o livro que você quer está, mas eu não sabia onde encontrar essa pessoa e não quis perguntar para ninguém porque iam perceber que sou caloura e não quero ser zoada por isso).
Como já deu para perceber, eu preciso urgentemente perder minha vergonha! Na verdade, acho que estou indo bem para 2 dias, mas ainda tenho um longo caminho para percorrer. Jornalistas não podem ser tímidas!
Espero que tenham se divertido ler sobre minhas dores e amores de alunas, ou pelo menos tenham achado isso interessante e legal. Vem mais por aí, até a próxima ;)











Isabela Maia, estudante de Jornalismo, 20 anos, apaixonada por filosofia, pedagogia, psicologia, literatura... Leitora compulsiva, viciada em videogames. Gosta muito de escrever e tenta fazê-lo todo dia; um dia pretende ajudar muitas pessoas com sua escrita.
0 comentários:
Postar um comentário