Como dá para ver pelo título, hoje foi um dia bem Meninas Malvadas na minha vida, e agora vou explicar por quê:
Para começar, espero que todos tenham percebido o DILÚVIO ocorrido hoje pela manhã. E parece que quando chove, as pessoas esquecem como dirige, pois o trânsito fica dez mil vezes pior, isso sem contar os enxames de insetos que começam a habitar sua casa, seu carro, sua mochila, SEU NARIZ, para fugir da chuva. Parasitas. Em dia de chuva, além disso, tudo fica mais lento, pelo menos para mim. Eu acordo mais tarde, com mais preguiça, demoro pra comer, demoro pra estudar, demoro pra me arrumar e, claro, para chegar na universidade. Ainda bem que isso vale para os professores também, então o professor chegou 20 minutos atrasado e eu sobrevivi.
Ideias filosóficas contemporâneas
Não é um nome maravilhoso para uma matéria? Também acho. Continuando, já comentei algumas vezes sobre o indivíduo sem noção da minha sala que sugere coisas sem noção e fala coisas sem noção. Graças a ele estamos estudando sobre "o sujeito". Não que eu ache isso uma tortura, é interessante, mas pessoalmente não acho relevante para nossa formação como jornalistas.
A aula toda foi só o professor falando e eu usando todas as minhas habilidades em transcrever o discurso do outro no meu caderninho. Ainda bem que ele fala devagar e viaja um pouco algumas vezes, acabou sendo tranquilo, mas eu já tive um professor que falava tudo super rápido e era muito difícil acompanhar o que ele estava falando e escrever e ouvir e escrever e ele já estava falando mais coisas e escrever e… Deu para entender, foi com ele que eu adquiri e aperfeiçoei essas habilidades.
Nem preciso dizer que todos, inclusive eu, voamos um pouco na aula. Não é brincadeira esse negócio chamado filosofia. Teve uma hora que o professor começou a falar de Nirvana e não sei mais o quê eeu me perdi. Depois ele contou uma piada sobre loucos no hospício que acham que são Deus, aí eu acordei um pouco do meu transe e ri para ele não sobrar, porque todos demoramos para entender a piada.
Ele falou sobre o que os principais filósofos contemporâneos, com ênfase em Hume e Descartes, vêem a questão do sujeito. Também leu uns trecho de um livro francês, na versão em francês, de autores franceses, com nomes franceses. Entendi as explicações no livro, mas não faço nem ideia dos nomes dos autores.
Metodologia da ciência

Foi aí que começou meu dia de Cady. Na verdade um pouquinho antes, mas já no horário da aula. Sabe quando a Cady matou aula com a Janis e o Damien porque ela não tinha nenhum amigo e não estava podendo dispensar uma oportunidade? Bom, foi mais ou menos isso. E também porque eu não queria ir pra aula sozinha.
Quando eu cheguei na aula, como eu imaginei, o professor já tinha feito a chamada e eu fiquei com uma falta. Eu. Fiquei. Com. Uma. Falta. Eu também não sei porque isso me deixou tão afetada, talvez seja a tpm, talvez seja minha neurose com estudos, só sei que passei a aula inteira nervosa e triste pensando no que fazer para o professor parar de odiar. Eu até tentei participar timidamente para ele ver que eu tinha lido os textos e não sou uma aluna desnaturada como parece.
Ainda acho que ele me odeia. Espero superar isso até terça.
O assunto da aula é bem diferente de tudo o que eu pude imaginar. É sobre como fazer coisas relacionadas a trabalhos da universidade, em especial. Como pesquisar, como fazer um artigo, como fazer uma resenha, como ler. É tipo uma aula tutorial. Adorei, já é minha matéria preferida c: (espero que o professor leia isso, lindo, adoro sua barba s2).
Biblioteca
Sentadinha depois da aula, estudando um pouquinho, esperando minha carona, eis que um grupo de pessoas senta na minha mesa e começa a conversar descontroladamente. Era sobre o assunto, tudo bem, mas eles poderiam ter procurado outra mesa, né, me desconcentraram. Eu até poderia ter aumentado o volume da música, mas não quero ficar surda cedo. Também poderia ter saído da mesa, mas tive vergonha. Se sofri? Sim, sofri, mas ninguém precisava saber, então eu continuei estudando.
Ideias filosóficas contemporâneas
Não é um nome maravilhoso para uma matéria? Também acho. Continuando, já comentei algumas vezes sobre o indivíduo sem noção da minha sala que sugere coisas sem noção e fala coisas sem noção. Graças a ele estamos estudando sobre "o sujeito". Não que eu ache isso uma tortura, é interessante, mas pessoalmente não acho relevante para nossa formação como jornalistas.
A aula toda foi só o professor falando e eu usando todas as minhas habilidades em transcrever o discurso do outro no meu caderninho. Ainda bem que ele fala devagar e viaja um pouco algumas vezes, acabou sendo tranquilo, mas eu já tive um professor que falava tudo super rápido e era muito difícil acompanhar o que ele estava falando e escrever e ouvir e escrever e ele já estava falando mais coisas e escrever e… Deu para entender, foi com ele que eu adquiri e aperfeiçoei essas habilidades.
Nem preciso dizer que todos, inclusive eu, voamos um pouco na aula. Não é brincadeira esse negócio chamado filosofia. Teve uma hora que o professor começou a falar de Nirvana e não sei mais o quê e
Ele falou sobre o que os principais filósofos contemporâneos, com ênfase em Hume e Descartes, vêem a questão do sujeito. Também leu uns trecho de um livro francês, na versão em francês, de autores franceses, com nomes franceses. Entendi as explicações no livro, mas não faço nem ideia dos nomes dos autores.
Metodologia da ciência
Foi aí que começou meu dia de Cady. Na verdade um pouquinho antes, mas já no horário da aula. Sabe quando a Cady matou aula com a Janis e o Damien porque ela não tinha nenhum amigo e não estava podendo dispensar uma oportunidade? Bom, foi mais ou menos isso. E também porque eu não queria ir pra aula sozinha.
Quando eu cheguei na aula, como eu imaginei, o professor já tinha feito a chamada e eu fiquei com uma falta. Eu. Fiquei. Com. Uma. Falta. Eu também não sei porque isso me deixou tão afetada, talvez seja a tpm, talvez seja minha neurose com estudos, só sei que passei a aula inteira nervosa e triste pensando no que fazer para o professor parar de odiar. Eu até tentei participar timidamente para ele ver que eu tinha lido os textos e não sou uma aluna desnaturada como parece.
Ainda acho que ele me odeia. Espero superar isso até terça.
O assunto da aula é bem diferente de tudo o que eu pude imaginar. É sobre como fazer coisas relacionadas a trabalhos da universidade, em especial. Como pesquisar, como fazer um artigo, como fazer uma resenha, como ler. É tipo uma aula tutorial. Adorei, já é minha matéria preferida c: (espero que o professor leia isso, lindo, adoro sua barba s2).
Biblioteca
Sentadinha depois da aula, estudando um pouquinho, esperando minha carona, eis que um grupo de pessoas senta na minha mesa e começa a conversar descontroladamente. Era sobre o assunto, tudo bem, mas eles poderiam ter procurado outra mesa, né, me desconcentraram. Eu até poderia ter aumentado o volume da música, mas não quero ficar surda cedo. Também poderia ter saído da mesa, mas tive vergonha. Se sofri? Sim, sofri, mas ninguém precisava saber, então eu continuei estudando.
Já deu de nervoso por um dia. Agora preciso ir exterminar os artrópodes que invadiram meu cafofo.
Aprendizado do dia:
- Não me atrasar quando estiver de tpm
Frase do dia:
"Se você vê alguém no corredor dizendo que é Deus, você vai pensar que a pessoa é doida, ninguém pensa: Nossa, como ele é espiritualmente elevado!" FILOSOFIA, Professor de












Isabela Maia, estudante de Jornalismo, 20 anos, apaixonada por filosofia, pedagogia, psicologia, literatura... Leitora compulsiva, viciada em videogames. Gosta muito de escrever e tenta fazê-lo todo dia; um dia pretende ajudar muitas pessoas com sua escrita.
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